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Há insuficiência de médicos para tratar soropositivos, diz estudo


Por marciobasso 17/09/2010 - 12h37

Um estudo inédito da Faculdade de Medicina da USP alerta para o número insuficiente de médicos que cuidam de pessoas que vivem com o HIV no Estado de São Paulo e a falta de preparo da maior parte do grupo.
Também revela que 61% dos profissionais defendem a criminalização de portadores que transmitem o vírus da aids a parceiros sexuais – o que contraria orientação das autoridades de saúde brasileiras e das Nações Unidas.
Segundo o trabalho, a região de Franca, no norte do Estado, que concentra a maior incidência de aids em território paulista, tem também a pior distribuição de prescritores de antirretrovirais. Ainda de acordo com o estudo, 70,9% dos 2.361 médicos que prescreveram antirretrovirais de outubro de 2007 a maio de 2009 não tinham formação em infectologia.
Fonte: Estado de S.Paulo